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quarta 21 maio 2025 | 13:59 - Arouca perto da contratação mais cara de sempre do clube - ABOLA.PT
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| 12:16 - Onde é o que Benfica perdeu o título? Duas vitórias voaram nos descontos, apenas um ponto ganho a Sporting e Braga - SAPO.PT O Benfica viu o Sporting 'roubar-lhe' o título na
Primeira Liga, após as 'Águias' terem passado
para a frente na 28.ª jornada, mercê da goleada
aplicada ao FC Porto no Dragão do empate dos
Leões em casa diante do SC Braga.
O empate caseiro na ronda seguinte diante do
Arouca voltou a deixar as equipas empatadas, na
liderança, que poderia ter sido resolvida pelos
Encarnados na receção aos Leões na 33.ª ronda.
A equipa de Lage falhou, deixando o título nas
mãos dos verde e brancos.
Nos 34 jogos disputados, os encarnados ganharam
25, empataram cinco e perderam quatro. Na Luz, os
comandados de Bruno Lage só não venceram o SC
Braga (derrota por 1-2), o Arouca (2-2) e o
Sporting (1-1) nos 17 jogos disputados.
Fora de portas, o Benfica venceu 11 dos 17 jogos.
A equipa perdeu com Famalicão (0-2), Sporting
(0-1), Casa Pia (1-3) e empatou com o Moreirense
(1-1), AVS (1-1) e SC Braga (1-1).
Arranque em falso com Schmidt
Ainda a época nem tinha começado e já havia
adeptos do Benfica pouco crentes no sucesso da
equipa. A forma como Roger Schmidt conduziu a
equipa na temporada anterior não augurava nada de
bom, pelo que a derrota em Famalicão na ronda
inaugural só veio adensar ainda mais as nuvens de
dúvidas sobre a capacidade da equipa.
Quando, à quarta jornada, a equipa já estava a
cinco pontos do líder Sporting, Rui Costa
entendeu que era hora de agir e demitiu o alemão,
antes de uma paragem para jogos das seleções,
após o empate arrancado a ferros diante do
Moreirense, numa grande penalidade convertida por
Marcos Leonardo, aos 90+8 minutos.$$caption$$Bruno
Lage pegou na equipa e deu-lhe uma nova dinâmica
e crença. Arrancou com uma goleada ao fantástico
Santa Clara na 5.ª ronda até parar no empate em
casa do AVS, após oito vitórias seguidas. Na
13.ª jornada, o Benfica saltava para a liderança
isolada, com mais um ponto que o Sporting.
Período negro com três derrotas antes da melhor
sequência
A subida ao poleiro durou apenas uma ronda, porque
depois o Benfica entrou no pior período da
época. Após o empate com o AVS, a equipa perdeu
o dérbi em Alvalade com o Sporting e caiu para
terceiro. Pior ficou quando, na ronda seguinte,
averbou a única derrota caseira, diante do SC
Braga. O Benfica fechava a primeira volta no 3.º
lugar, mas a apenas três pontos da liderança,
uma vez que os rivais também estavam a
desperdiçar pontos.
No arranque da 2.ª volta, a equipa vingou a
derrota diante do Famalicão no arranque do
campeonato, goleando os famalicenses, antes da
última derrota na prova. Bruno Lage rodou a
equipa antes do duelo decisivo com a Juventus para
a Liga dos Campeões e isso foi fatal: derrota 1-3
no terreno do Casa Pia e seis pontos de diferença
para o líder Sporting, na 19.ª ronda.
Os jogos da Liga dos Campeões faziam mossa, a
equipa parecia curta para tanta exigência. O
play-off para os 'oitavos' da Liga milionária
estava garantida, com custos elevadíssimos no
campeonato.
Veio depois uma fantástica sequência de nove
vitórias seguidas, incluindo uma goleada ao FC
Porto, no Dragão. Num período já menos
fulgurante, importante era vencer. Os triunfos
pela margem mínima diante de Estrela da Amadora,
Santa Clara, Moreirense, Rio Ave e Farense
mantinham a equipa na luta pelo título.
Jogos com o top-5: goleadas ao FC Porto, pontos
perdidos com Braga e em Alvalade
Numa época em que nenhum dos rivais deslumbrava
(depois da saída de Ruben Amorim do Sporting), os
pontos conquistados pelo Benfica diante do
tradicional top-5 deixava os adeptos na
expetativa.
Encarnados começaram por golear o FC Porto na Luz
por 4-1, na 11.ª jornada, neste que foi um dos
melhores resultados diante do eterno rival nos
últimos (há 60 anos que o Benfica não ganhava o
FC Porto por 4-1). Os números da goleada foram
repetidos em casa do FC Porto na segunda volta.
Seguiram-se dois triunfos diante do Vitória Sport
Clube, uma das equipas que mais trabalho deu ao
novos campeões nacionais. Na Luz, Kerem
Akturkoglu resolveu o jogo na 13.ª ronda. No
Castelo, eficácia tremenda com golos de Vangelis
Pavlidis (2) e Alvaro Carreras.
Frente ao Braga, a equipa de Bruno Lage perdeu na
Luz por 2-1, e empatou na Pedreira (1-1) no jogo
que encerrou o campeonato.
Nos duelos contra o rival da Segunda Circular, as
Águias ficaram a perder: derrota por 1-0 em
Alvalade e empate na Luz (1-1), que, de certa
forma, decidiu o campeonato.
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| terça 20 maio 2025 | 20:00 - Infografia - Como foi mexendo a classificação da I Liga rumo ao título do Sporting - SAPO.PT O que prometia ser um passeio para os leões
ameaçou a certa altura poder virar pesadelo, mas
o sonho do bicampeonato, que no início da
temporada parecia mais do que certo, face ao
fantástico arranque de época ainda sob as ordens
de Ruben Amorim, acabou mesmo por se concretizar.
Mas só na 34.ª e última jornada, depois de
muito suor, sofrimento e algumas lágrimas.
Só por duas vezes os leões não estiveram na
frente (quando não a solo, acompanhados). A
primeira vez que tal aconteceu foi à 15.ª
jornada, quando o Benfica passou para a frente,
após um empate dos leões em casa do Gil Vicente,
no último jogo com João Pereira como treinador.
No entanto, os verdes e brancos recuperaram o
primeiro posto logo na ronda seguinte,
precisamente com um triunfo sobre as águias, na
estreia de Rui Borges ao leme.
A segunda (e última) vez em que o Sporting não
esteve na frente foi à 28.ª jornada, quando as
águias também se isolaram na frente após um
empate do Sporting na receção ao Braga, com os
leões a recuperarem uma vez mais a liderança
(partilhada, mas com vantagem nos golos e no
confronto direto com as águias) logo na jornada
seguinte, graças a um empate caseiro do Benfica
com o Arouca.
A infografia abaixo mostra as oscilações da
tabela classificativa de todas as equipas e as
subidas e descidas de cada emblema na
classificação. É possível ver como, desde
início, o Sporting esteve no topo, com o Benfica
a começar bem pior e, aos poucos, a aproximar-se
da liderança dos verdes e brancos até ao momento
em que as duas equipas passaram a seguir par a par
na frente, durante várias jornadas.
Mais abaixo na tabela, é possível ver igualmente
as mexidas na luta entre FC Porto e SC Braga pelo
pódio e como foram sendo travadas as batalhas
quer pelo derradeiro lugar europeu, quer pela
permanência.
Confira na infografia abaixo as trocas e mexidas
ao longo da época até agora
$$caption$$
Veja a infografia em fullscreen aqui
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| 16:30 - Sporting: os pontos perdidos e ganhos nos dérbis e clássicos e nos duelos com SC Braga e Vitória SC - SAPO.PT Ao contrário da temporada transata, a época do
Sporting foi marcada por momentos de
irregularidade ao longo de 24/25. O arranque foi
absolutamente estrondoso: onze triunfos
consecutivos - 39 golos marcados e apenas cinco
sofridos. Tudo parecia apontar para um Sporting
que iria impor o seu domínio com relativa
facilidade, tendo por base os primeiros
indicadores, contudo a saída de Ruben Amorim para
o Manchester United, em meados de novembro,
trocaram as voltas aos planos iniciais e se este
Sporting não foi obrigado a reinventar-se, pelo
menos, foi necessário reencontrar a estabilidade
necessária para que a equipa pudesse estar nas
decisões.
A vingança da desfeita na Supertaça e a primeira
vitória em clássicos para o campeonato
O primeiro triunfo em clássicos apareceu à
jornada 4. Acossado pelas derrotas na final da
Taça de Portugal, e na Supertaça frente ao FC
Porto, partida em que os leões desperdiçaram uma
vantagem de três golos, os campeões nacionais
quiseram dar uma resposta perante os seus adeptos.
Os jogadores disseram presente, naquela que seria
a quarta vitória consecutiva no campeonato. Os
golos surgiram já na fase final do encontro.
Viktor Gyokeres abriu o marcador, de grande
penalidade ao minuto 72 e Geny Catamo, o homem
talhado para decidir os grandes jogos, fixou o
resultado final ao minuto 90+3.
A reviravolta em SC Braga no grito de revolta da
equipa no adeus épico a Amorim
Motivado pelo triunfo épico frente ao City (4-1),
o Sporting deslocava-se na jornada 11 a Braga, num
encontro marcado pela emoção já que era a
última partida de Ruben Amorim no comando
técnico dos verdes e brancos. O conjunto verde e
branco não queria desfraldar o seu treinador, mas
na realidade o jogo não começou de feição.
Ricardo Horta colocou rapidamente os bracarenses a
vencer por 2-0, com tentos aos 20 e 45 minutos.
Ruben Amorim, para além das capacidades técnico
ou táticas, tinha esse condão de trazer ao de
cima o melhor dos jogadores. Os leões foram
letais no segundo tempo e venceram por 4-2:
marcaram Morita, Hjulmand e Conrad Harder (2).
Melhor adeus não se poderia ter pediso ao
timoneiro que rumou à Premier League para
orientar o Manchester United.
A máquina estava montada e demorou a voltar a
engrenar
A máquina estava montada e demorou a voltar a
engrenar. A saída de Amorim deixou um vazio no
comando técnico e o plantel demorou a encontrar o
rumo. A direção antecipou então o plano que
tinha desenhado no final da época, promovendo
João Pereira, então treinador da equipa B, à
equipa principal. A experiência não correu bem.
Ao serviço dos campeões nacionais, disputou
cerca de oito jogos, vencendo apenas três, dois
na Taça de Portugal, e um na Liga, somando um
empate e uma derrota. À 15.ª jornada, o Sporting
já tinha perdido a vantagem de cinco pontos para
os rivais, encontrava-se em igualdade pontual com
o FC Porto e a um ponto do líder Benfica.
As duas derrotas no campeonato e a despedida de
João Pereira com o empate em Barcelos
Logo nos primeiros embates para o campeonato com
João Pereira à frente da equipa, o Sporting
averbou duas derrotas. Na estreia, o Sporting
recebeu o Santa Clara e foi derrotado por 1-0. Os
campeões nacionais viram assim quebrada a
invencibilidade, à passagem da jornada 12. Só
que 'naufrágio' parte 2, conheceu um novo
capítulo na ronda seguinte, com o desaire frente
ao Moreirense por 2-1. Em Moreira de Cónegos de
nada valeu o golo de Gyokeres ao minuto 12. Ainda
na primeira parte, os donos da casa deram a volta
ao texto com tentos de Dinis Pinto e Schettine. O
destino de João Pereira ficou traçado com o
empate em Barcelos (0-0), isto após um sofrível
triunfo caseiro frente ao já aflito Boavista por
(3-2). Antes do dérbi frente ao Benfica, a
sequência de maus resultados motivou a mudança
na equipa técnica.
O arranque de sonho de Rui Borges com o triunfo no
dérbi
A 16.ª jornada, o Sporting mudou novamente de
rumo. Rui Borges, então técnico do V.
Guimarães, foi o escolhido para assumir o comando
da equipa e logo com um 'teste de fogo' no
estádio de Alvalade frente ao Benfica. Os leões
venceram por 1-0, golo da autoria Geny Catamo, ele
que já tinha decisivo na temporada anterior. Só
que jornada seguinte o Sporting tinha pela frente
a sempre complicada deslocação a Guimarães e o
Sporting claudicou (4-4). Num jogo de parada e
resposta, a equipa leonina esteve perto de perder
o jogo, mas conseguiu chegar ao empate, já para
lá da hora, num tento de Francisco Trincão
apontado ao minuto 94. À 19.ª jornada, e com o
Benfica em Rio Maior no duelo frente ao Casa Pia
(3-1), o triunfo frente ao Nacional (3-0) permitiu
ao Sporting cavar um fosso de seis pontos para o
mais direto perseguidor, o rival da segunda
circular.
Contudo, em três jornadas o líder da tabela
desperdiçou a vantagem após três empates
consecutivos. Primeiro, no Dragão, na jornada 21
frente ao FC Porto. No estádio do Dragão, o
Sporting esteve em vantagem desde o minuto 42, mas
permitiu que o FC Porto igualasse a contenda, já
em tempo de compensação, depois do golo da Danny
Namaso (1-1).
Seguiu-se o empate caseiro frente ao Arouca e fora
de portas frente ao AVS, ambos a duas bolas. Ao
cabo de 23 jogos, Benfica e Sporting estavam
empatados no primeiro lugar com 53 pontos.
Sporting a marcar passo novamente frente a uma
equipa do Minho
À semelhança do que já tinha acontecido em
Guimarães, numa partida em que uma das fraquezas
da equipa de Rui Borges veio ao de cima,
nomeadamente na gestão dos resultados, o Sporting
na receção ao apelidado 'quarto grande' não
conseguiu vencer. Os verdes e brancos demonstraram
que se sentem mais confortáveis com bola e em
ataque continuado . Ao longo da época, quando a
equipa se viu 'obrigada' a guardar vantagens
sentiu sérias dificuldades. No Dragão deixou
escapar, já nos escontos, a vantagem pela margem
mínima. No frente a frente ao SC Braga de Carlos
Carvalhal, Gyokeres colocou o Sporting na frente
do marcador ao minuto 15. No entanto, o tento não
não evitou a desilusão que se confirmou, à
passagem do minuto 87, num tento de Afonso
Patrão, resultado que deixou os leões a dois
pontos do Benfica.
Tudo parecia indicar que as águias iriam para o
clássico na Luz com vantagem sobre o Sporting,
mas o que muitos não contavam era que o Benfica
pudesse escorregar em Arouca, antes da decisiva
receção aos rivais. Waverson Costa (ao minuto
90+5) empatou o duelo no ninho da águiia (2-2) e
fez subir a temperatura para o dérbi que se
avizinhava na 33.ª jornada.
O empate com sabor a vitória na Luz que deixou o
Sporting com a porta 'escancarada' para o título
A euforia desmedida no estádio da Luz tinha até
razão de ser. Em caso de vitória frente ao
'velho rival', o Benfica colocava-se na liderança
do campeonato a uma jornada do fim. O ninho das
águias fervilhava de apoio incondicional, o
Sporting que uma jornada antes tinha mantido o
comando da Liga - com uma vitória muito sofrida
frente ao Gil Vicente - sabia que um empate
bastava para só depender de si próprio. O jogo
começou de feição para os verdes e brancos com
Francisco Trincão (4´) a dar vantagem aos de
Alvalade. Em caso de triunfo o Sporting poderia
sagrar-se campeão, ali mesmo, na casa do rival. A
vantagem madrugadora deixou o conjunto de Rui
Borges em posição privilegiada para manter a
vantagem conquistada. Na segunda parte predominou
o sofrimento para os visitantes, já que Pavlidis
empatou a partida ainda longe do término do
encontro (63´). Até final, o Sporting soube
sofrer e assegurou um empate com sabor a triunfo.
Na contabilidade no campeonato entre os Três
Grandes, o Sporting levou a melhor, ganhando dois
clássicos (em casa frente a Benfica e FC Porto) e
empatou no Dragão frente ao FC Porto e na Luz
frente ao Benfica. Nos duelos frente a SC Braga e
V. Guimarães, os leões somaram um triunfo (4-2)
e um empate frente aos bracarenses, e uma
igualdade a quatro no D. Afonso Henriques frente
aos vimaranenses.
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| 09:51 - I Liga (balanço): Quatro sobreviventes entre os treinadores - SAPO.PT Vasco Matos (Santa Clara), João Pereira (Casa
Pia), o escocês Ian Cathro (Estoril Praia) e
Tiago Margarido (Nacional) foram os únicos
treinadores que começaram e acabaram a I Liga
portuguesa de futebol 2024/25 na mesma equipa.
Numa época em que 37 treinadores, seis
interinamente, orientaram as 18 equipas, só este
quarteto aguentou a ‘pedalada' de início ao
fim, numa época de muitas trocas que fez sete
técnicos (Rui Borges, Daniel Sousa, Luís Freire,
César Peixoto, Cristiano Bacci, Tozé Marreco e
José Mota) passarem por duas equipas.
Assim, foram 14 os clubes que mudaram pelo menos
uma vez, incluindo os três ‘grandes': Sporting,
Benfica e FC Porto protagonizaram, aliás, um
facto inédito, pois nunca tinha acontecido os
três mudarem de treinador na mesma época.
Os ‘leões' começaram com Ruben Amorim, mas
este foi ‘vítima' do seu sucesso e foi
contratado pelo Manchester United, cedendo o lugar
a João Pereira, que veio da equipa B e só
aguentou quatro rondas, sendo substituído por Rui
Borges.
Quanto ao Benfica e ao FC Porto, apenas se
registou uma mudança em casa um, com os
‘encarnados' a trocarem, com atraso, o alemão
Roger Schmidt pelo regressado Bruno Lage, após
quatro rondas, e os ‘dragões' a despedirem
Vítor Bruno, após a 18.ª ronda, apostando no
argentino Martín Anselmi.
No que a ‘chicotadas' diz respeito, o recordista
foi o AVS, que teve quatro treinadores, pois
começou com Vítor Campelos (primeira à 11.ª
rondas) e passou pelas mãos de Daniel Ramos
(12.ª à 21.ª) e Rui Ferreira (22.ª à 32.ª)
antes de acabar com José Mota, que ainda deverá
orientar a equipa no play-off.
O Gil Vicente (Tozé Marreco, que acabou despedido
na pré-temporada, Bruno Pinheiro e César
Peixoto) e o Boavista (Cristiano Bacci, Lito
Vidigal e Stuart Baxter) tiveram ambos três
técnicos, além de dois interinos.
Três foram também os técnicos de Sporting e
Vitória de Guimarães, sendo que os minhotos
tiveram de mudar face à partida de Rui Borges
para Alvalade. Apostaram em Daniel Sousa, mas,
após duas rondas, trocaram-no por Luís Freire.
Pelo FC Porto e o Famalicão (Armando Evangelista
por Hugo Oliveira) passaram dois técnicos, sendo
que, em ambos, a transição fez-se com interinos.
Sem ‘intermediários', contaram também com dois
treinadores Benfica, Sporting de Braga (Daniel
Sousa por Carlos Carvalhal), Rio Ave (Luís Freire
por Petit), Moreirense (César Peixoto por
Cristiano Bacci), Arouca (Gonzalo García por
Vasco Seabra), Estrela da Amadora (Filipe Martins
por José Faria) e Farense (José Mota por Tozé
Marreco).
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| segunda 19 maio 2025 | 19:42 - I Liga (balanço): Casa Pia 'virou' Benfica e Braga e foi 'rei' das reviravoltas - SAPO.PT O Casa Pia foi o ‘rei' das reviravoltas da
edição 2024/25 da I Liga portuguesa de futebol,
ao ganhar quatro jogos que começou a perder e só
sofrer um desaire depois de se apanhar em
vantagem.
A formação de João Pereira, um dos quatro
técnicos que se manteve no mesmo clube da
primeira à 34.ª rondas, conseguiu este título,
ainda por cima, de forma categórica, já que,
entre as vítimas, tem o Benfica e o Sporting de
Braga.
Na 19.ª jornada, o argentino Ángel Di María
adiantou o Benfica em Rio Maior, a casa emprestada
do Casa Pia, mas os anfitriões viraram para 3-1,
com tentos de Cassiano (32 minutos), Nuno Moreira
(60) e Livolant (90+4).
Depois de darem a volta aos ‘encarnados', que
sofreram em Rio Maior a única reviravolta na
prova, os comandados de João Pereira fizeram o
mesmo ao Sporting de Braga, na 33.ª e penúltima
ronda.
O uruguaio Zalazar adiantou os ‘arsenalistas',
aos 20 minutos, mas o Casa Pia conseguiu dar a
volta ao resultado, com golos de Benaïssa (45) e
Livolant (79), repetindo uma proeza que só o
Sporting tinha alcançado, e de que forma.
Em 10 de novembro de 2024, na ‘pedreira', um
‘bis' do ‘capitão' Ricardo Horta, com golos
aos 20 e 45 minutos, colocou o Sporting de Braga a
vencer os ‘leões' por 2-0, em encontro da 11.ª
jornada, ameaçando estragar a despedida de Ruben
Amorim.
No último encontro antes de partir rumo ao
Manchester United, o técnico de 39 anos
‘recusou-se', porém, a sair com uma derrota,
depois de 10 vitórias a abrir o campeonato, e
começou a reviravolta no banco, quando lançou
Morita e Harder.
O médio japonês reduziu, aos 58 minutos, e,
depois de o capitão Hjulmand restabelecer a
igualdade, aos 81, o jovem avançado dinamarquês
selou a reviravolta, com um bis, conseguido com
tentos aos 89 e 90+4 minutos.
Terminou, assim, de forma épica a ‘era' Ruben
Amorim no Sporting, que igualou com esse triunfo o
melhor arranque de sempre do Sporting na prova, os
11 triunfos de 1990/91, sob o comando do
brasileiro Marinho Peres.
Quanto ao Casa Pia, e além de dar a volta a
Benfica e a Sporting de Braga, conseguiu-o mais
duas vezes em Rio Maior, face ao Moreirense (0-1
para 3-1, à quinta jornada) e perante o Rio Ave
(0-1 para 2-1, à 27.ª).
No sentido inverso, o conjunto lisboeta só perdeu
um jogo em que esteve na frente, à 20.ª jornada,
nos Açores, onde se adiantou, por Nuno Moreira
(43), mas permitiu que o Santa Clara virasse o
resultado, por MT (48) e Serginho (57).
Ainda assim, o Casa Pia teve o melhor saldo (+3)
entre reviravoltas conseguidas e consentidas,
liderando um pódio em que ainda couberam Benfica
e FC Porto.
Os ‘encarnados' permitiram a reviravolta ao Casa
Pia, mas fizeram o mesmo a Santa Clara (0-1 para
4-1, à quinta jornada), na estreia de Bruno Lage,
Gil Vicente (0-1 para 5-1, à sétima) e na visita
ao Farense (0-1 para 2-1, à 10.ª).
Por seu lado, o FC Porto, que não permitiu
qualquer reviravolta, conseguiu vencer dois jogos
depois de estar em desvantagem, no Estoril (0-1
para 2-1, à 27.ª ronda) e na receção ao
Moreirense (0-1 para 3-1, à 32.ª).
O Sporting também tem um balanço positivo (+1),
o mesmo de Santa Clara, Estrela da Amadora e
Vitória de Guimarães, pois, além do Braga,
também ‘virou' o Gil Vicente, em Alvalade, à
32.ª ronda (0-1 para 2-1), tendo sido
surpreendido, porém, em Moreira de Cónegos, onde
caiu por 2-1, após marcar primeiro, à 13.ª.
Quanto ao Moreirense, foi o protagonista da outra
reviravolta de dois golos, quando, à 11.ª
jornada, bateu em casa o Gil Vicente por 3-2,
depois de ter estado a perder por 2-0, ainda sob o
comando de César Peixoto, que acabaria a época
no conjunto de Barcelos.
Guilherme Schettine, aos 65 minutos, Dinis Pinto,
aos 70, e Luís Asué, aos 87, materializaram a
reviravolta, depois dos tentos de Tidjany Touré,
aos 25, e Aguirre, aos 47.
O Gil Vicente, que ainda sofreu mais três
reviravoltas e só conseguiu uma, apresenta o
balanço mais negativo (-3), juntamente com Arouca
e AVS.
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| 16:48 - Estoril e Famalicão foram únicos a subir na classificação - SAPO.PT O Estoril Praia, do escocês Ian Cahtro, e o
Famalicão foram as únicas equipas que
conseguiram uma melhor classificação na I Liga
portuguesa de futebol 2024/25 em comparação com
a tabela da época passada.
A formação ‘canarinha' foi, de longe, a equipa
que mais cresceu face a 2023/24, ao apresentar um
aumento de 13 pontos (46 contra 33), que lhe
permitiram ‘trepar' do 13.º para o oitavo
lugar.
Curiosamente, o conjunto da Linha melhorou
substancialmente o seu desempenho sem que isso se
tenha refletido nos golos: acabou com cinco
negativos (48-53), contra os nove da época
passada (49-58), somando mesmo menos um golo
marcado.
A grande diferença esteve nas prestações fora
de casa, já que em 2024/25 o Estoril Praia
arrebatou 21 pontos como visitante (cinco
vitórias e seis empates), contra os escassos
cinco de 2023/24 (um triunfo e cinco igualdades).
Por seu lado, o Famalicão, que começou a época
com Armando Evangelista e acabou liderado por Hugo
Oliveira, ostenta mais cinco pontos (47 contra
42), suficientes para subir do oitavo para o
sétimo posto.
Em termos pontuais, o Casa Pia foi o segundo que
mais cresceu, ao ostentar mais sete pontos (45
contra 38), ainda assim insuficientes para
melhorar o nono lugar.
Como os casapianos, mais cinco equipas replicaram
as suas classificações de 2023/24, nomeadamente
os quatro primeiros, o Sporting (primeiro), o
Benfica (segundo), o FC Porto (terceiro) e o
Sporting de Braga (quarto).
Entre os que fizeram pior, destaque para o
Moreirense, que perdeu 15 pontos, caindo dos 55,
que valeram o sexto lugar, para os 40, quatro
posições abaixo, e para o Farense, o que perdeu
mais lugares, sete, de 10.º para 17.º, com menos
10 pontos.
- Diferença 2023/24 para 2024/25:
Pontos
Estoril Praia +13
Casa Pia +7
Famalicão +5
Rio Ave +1
Benfica 0
FC Porto -1
Sporting de Braga -2
Gil Vicente -2
Estrela da Amadora -4
Sporting -8
Arouca -8
Boavista -8
Vitória de Guimarães -9
Farense -10
Moreirense -15
Lugares
Estoril Praia +5
Famalicão +1
Sporting 0
Benfica 0
FC Porto 0
Sporting de Braga 0
Casa Pia 0
Rio Ave 0
Vitória de Guimarães -1
Gil Vicente -1
Estrela da Amadora -1
Boavista -3
Moreirense -4
Arouca -5
Farense -7
Nota: Santa Clara, Nacional e AVS não entram
nestas contas porque não estavam na I Liga em
2023/24.
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| 12:57 - I Liga (balanço): 'Metamorfose' de Pavlidis quase conduziu Benfica ao título - SAPO.PT O avançado grego Vangelis Pavlidis sofreu uma
evidente ‘metamorfose' na segunda metade da I
Liga portuguesa de futebol e, com 15 golos, contra
os míseros quatro da primeira, quase conduziu o
Benfica ao título.
De ‘flop' a uma das figuras da segunda volta, na
qual só marcou menos três golos do que
Gyökeres, com menos dois penáltis, mesmo sendo
poupado várias vezes devido aos compromissos
europeus, Pavlidis impôs o futebol que
desaparecera após a pré-temporada e renasceu,
como goleador, numa noite de ‘Champions'.
Em 21 de janeiro, o Benfica viveu uma noite louca
na Luz, perdendo, entre muita polémica arbitral,
por 5-4 na receção ao FC Barcelona, mas, no meio
da tristeza, surgiu a boa nova em forma de
hat-trick do avançado helénico.
Os ‘encarnados' não estavam, de facto,
enganados quando resolveram apostar no grego para
resolver o problema do ponta de lança,
contratando-o ao AZ Alkmaar por 18 milhões de
euros, depois de marcar 29 golos em 34 jogos na
Eredivisie 2023/24.
Na pré-tempoda, Pavlidis dera desde logo razão
aos responsáveis da Luz: marcou um golo ao
Farense (5-0), bisou com o Celta de Vigo (2-2),
voltou a faturar frente a Almería (3-1) e
Brentford (1-1) e colecionou novo bis face ao
Feyenoord (5-0), ficando apenas em ‘branco' no
último jogo, com o Fulham (0-1).
Depois de sete golos em seis jogos incompletos
(321 minutos), parecia encontrado o ‘matador'
para rivalizar com o ‘leão' Gyökeres, mas o
campeonato arrancou e o grego não, ficando-se
pelos quatro golos na primeira volta, em 17 jogos,
15 no ‘onze'.
Ainda assim, e como os números mostram, o
treinador Bruno Lage jamais duvidou e nunca deixou
de falar do que o grego dava à equipa, mesmo não
marcando, mas tudo mudou, para muito melhor, após
aquele desaire com os catalães.
Depois esse embate, Pavlidis faturou nos oito
jogos seguintes em que foi titular na I Liga, num
total de 12 golos, mais três assistências, tendo
ainda marcado depois de saltar do banco para os 22
minutos finais nas receções a Boavista e
Nacional.
No ‘onze', marcou um na Amadora (3-2, à 20.ª
jornada), dois na receção ao Moreirense (3-2, à
21.ª), um em Vila do Conde (3-2, à 26.ª) e um
ao Farense (3-2, à 27.ª), antes de viver mais um
momento muito alto na época, no Dragão.
Em 06 de abril, Pavlidis fez história, ao
tornar-se o primeiro jogador do Benfica a
conseguir um hat-trick no reduto do FC Porto, com
golos no primeiro minuto, aos 43 e aos 69, nenhum
dos quais de penálti, sendo substituído aos 72.
O grego já era, agora, um ‘perigo público' e
continuou a faturar, marcando mais um ao Arouca
(2-2, à 29.ª ronda), dois em Guimarães (3-0, à
30.ª) e um ao AVS (6-0, à 31.ª).
À 32.ª ronda, no reduto do Estoril Praia, onde o
Benfica venceu por 2-1, ficou pela primeira em
‘branco', como titular, desde a primeira jornada
da segunda, volta, quando se ‘limitou' a uma
assistência, no 4-0 ao Famalicão, na Luz.
No ‘jogo do título', também não conseguiu
marcar, mas o tento dos ‘encarnados', que o
turco Aktürkoglu apontou, aos 63 minutos, foi
fabricado inteiramente pelo grego, com uma
fantástica jogada individual.
A acabar, Pavlidis marcou mais um, o 19.º, em
Braga (1-1), sendo que, completamente entrosado,
tem tudo para ser o ‘rei' dos marcadores do
próximo campeonato, até porque, provavelmente,
já não haverá Gyökeres.
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| 11:04 - I Liga (balanço): Rui Borges acabou invicto - SAPO.PT Rui Borges chegou ao Sporting convicto de que era
possível ser campeão nacional de futebol com as
suas ideias, nomeadamente o '4-4-2', mas, sete
jogos volvidos, teve de infletir e ‘voltar' a
Ruben Amorim para chegar ao cetro.
Esse regresso ao sistema de três centrais, que
foi sempre a ‘cara' do agora treinador do
Manchester United, esse ato de ‘rendição',
terá sido a chave para o sucesso do ex-técnico
do Vitória de Guimarães, num percurso sem
qualquer derrota.
O técnico contratado ao Vitória de Guimarães,
certamente mais pelo que fez na Liga Conferência
do que no campeonato luso, somou 13 vitórias e
seis empates, com 45 golos marcados e 17 sofridos,
para um total de 45 pontos, em 57 possíveis.
A ausência de qualquer desaire é, sem dúvida, a
principal marca do trajeto do Sporting na I Liga
sob o comando de Rui Borges, que, no entanto,
nunca se aproximou do nível exibicional da
primeira metade da temporada, com Ruben Amorim.
Se Amorim venceu os seus 11 jogos, e sempre por
mais de um golo de diferença, Borges, de 43 anos,
cedeu seis igualdades e ganhou três vezes de
forma tangencial, para apenas três vitórias por
mais de dois golos, contra as sete do antecessor.
“Eu não gosto de fazer comparações, e vocês
também não deviam fazer, à ‘era' Amorim, ou
de quem quer que seja”, disse, em conferência
de imprensa, Rui Borges, numa declaração que se
percebe, ou não perdesse em todas as que fossem
feitas.
Ainda assim, Rui Borges é campeão e pode mesmo
dizer que foi o treinador que mais pontos somou
desde a sua chegada – começou a um ponto do
Benfica e com os mesmos do FC Porto, e acabou dois
acima das ‘águias' e com mais 11 do que os
‘dragões'.
O técnico natural de Mirandela estreou-se à
16.ª jornada e logo num dérbi, em Alvalade, face
ao então líder Benfica. Logo a abrir, Rui Borges
cortou com os três centrais, apostando numa linha
defensiva de quatro, e saiu-se muito bem.
Um golo do moçambicano Geny Catamo, aos 29
minutos, selou o triunfo dos ‘leões', que,
assim, recuperaram o primeiro lugar, perdido na
curta, mas desastrada, passagem de João Pereira
pelo comando da equipa, entre as rondas 12 e 15.
Depois de um começou auspicioso, Rui Borges quase
perdeu ao segundo jogo, no regresso a Guimarães,
a fechar a segunda volta, depois de ver o Vitória
virar de 1-3 para 4-3. Valeu um golo de Francisco
Trincão, já aos 90+5 minutos.
O Sporting segurou, ainda assim, o título de
‘campeão de inverno', porque o FC Porto falhou
na Choupana (0-2), conseguindo depois três
vitórias afirmativas, no reduto do Rio Ave (3-0)
e na receção a Nacional (2-0) e Farense (3-1).
A formação ‘leonina' ficou seis pontos acima
do Benfica e parecia de novo ‘embalada' para o
título, só que, falhou nas três rondas
consecutivas, saldadas com outros tantos empates,
com FC Porto (1-1 fora), Arouca (2-2 em casa) e
AVS (2-2 em casa).
No Dragão e na Vila das Aves, o Sporting cedeu a
igualdade nos descontos, no reduto do AVS já com
uma mudança significativa no esquema tático,
abdicando do ‘seu' sistema de quatro defesas e
regressando aos três centrais de Amorim, que não
mais abandonou.
Seguiram-se quatro triunfos consecutivos, todos
com três golos marcados, face a Estoril Praia
(3-1 em casa), Casa Pia (3-1 fora), Famalicão
(3-1 em casa) e Estrela da Amadora (3-0 fora), com
sete golos de Gyökeres, incluindo cinco
penáltis.
À 28.ª ronda, o Sporting voltou, porém, a
empatar, na receção ao Sporting de Braga (1-1),
culpa de um golo de Afonso Patrão, já aos 87
minutos, e perdeu a liderança, recuperada logo na
ronda seguinte, oferta do Benfica (2-2 com o
Arouca).
Os ‘verde e brancos' replicaram com mais quatro
triunfos consecutivos, perante Santa Clara (1-0
fora), Moreirense (3-1 em casa), Boavista (5-0
fora) e Gil Vicente (2-1 em casa), este último
com Eduardo Quaresma a ‘salvar' aos 90+3
minutos.
A formação ‘leonina' chegou, assim, à Luz na
frente e, no ‘jogo do título', não convenceu,
mas aproveitou da melhor forma um golo madrugador
de Trincão para conseguir um empate (1-1) que lhe
deu ‘luz verde' para o título, selado na
última ronda, por ‘magia', na receção ao
Vitória (2-0), a ex-equipa de Rui Borges.
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| domingo 18 maio 2025 | 21:34 - Oficial: Sylla anuncia saída do Arouca - ABOLA.PT
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| 13:00 - Boavista despromovido: eis outras dez descidas de históricos portugueses - ZEROZERO.PT A descida do {TEAM_LINK|5|Boavista} à II Liga
ficou consumada, este sábado, na última jornada
da Liga Portugal Betclic. Os boavisteiros, o nono
emblema com mais presenças no principal escalão
(62), lutaram até à derradeira ronda, mas o
desaire em Arouca confirmou o pior cenário.
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| 04:29 - VIDEO | Resumo FC Arouca 4-1 Boavista - ZEROZERO.PT FC Arouca-Boavista FC: Fim da partida!
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| sábado 17 maio 2025 | 22:44 - Vasco Seabra: «A marca Arouca tem de ser esta» - MAISFUTEBOL.IOL.PT
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| 22:06 - Arouca-Boavista, 4-1 Pantera não repetiu milagre e cenário ficou todo… negro (crónica) - ABOLA.PT
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| 21:49 - Fary após a descida: «Prometo que tudo foi feito para que isto não acontecesse» - ZEROZERO.PT Foi um Fary visivelmente emocionado, aquele que se
apresentou na sala de conferências do Estádio do
Municipal de Arouca, após a derrota (1-4) e
consequente descida do Boavista à segunda Liga. O
presidente da SAD da pantera pediu desculpa e
prometeu que o clube vai voltar ao «lugar que
merece».
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| 21:15 - Farense desce à II Liga, AVS no play-off de manutenção - SAPO.PT O Farense caiu hoje para a II Liga portuguesa de
futebol, ao perder por 2-1 na receção ao Santa
Clara, enquanto o AVS, derrotado por 3-0 na
receção ao Moreirense, vai jogar o play-off de
manutenção.
Concluída a I Liga 2024/25, o conjunto algarvio,
que acompanha o Boavista na descida, fechou no
17.º lugar, com 27 pontos, os mesmos do AVS,
16.º, que tem vantagem no confronto direto e vai
disputar a manutenção com o Vizela, terceiro da
II Liga.
Em Faro, Gabriel Silva, aos 42 minutos, e
Serginho, aos 48, apontaram os tentos dos
açorianos, que garantiram o quinto lugar e vão
jogar a Liga Conferência em 2025/26, enquanto
Neto faturou para os locais, aos 45+7, de grande
penalidade.
O AVS caiu em casa face aos tentos de Alanzinho
(18 minutos), Teguia (25) e Jorquera (50).
Apesar de ter sido goleado por 4-0 no reduto do
Estoril Praia, culpa de três golos de Begraoui
(seis, oito e 23 minutos) e um de André
Lacximicant (20), o Estrela da Amadora salvou-se,
ao fechar no 15.º lugar, com 29 pontos.
O 18.º e último foi o Boavista, com 24 pontos,
depois de perder por 4-1 em Arouca, vencedor com
tentos de Puche (sete minutos), Trezza (17),
Henrique Araújo (25) e Dylan Nandín (90+4),
contra um de Bozeník (22).
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| 21:15 - Só coração não chegou para o milagre - ZEROZERO.PT Era preciso um milagre tripartido e jogar só com
o coração não chegou ao {TEAM_LINK|5|Boavista}.
Os axadezados, que contaram com alguns milhares de
adeptos em {TEAM_LINK|3555|Arouca}, estão na
Segunda Liga, confirmando-o com uma derrota (1-4).
Um desfecho prevísivel, mas que certamente custa
mais às panteras, visto que os dois terços do
milagre aconteceu, este sábado, e o que faltou
foi da responsabilidade própria.
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| 21:15 - Crónica | Só coração não chegou para o milagre - ZEROZERO.PT Era preciso um milagre tripartido e jogar só com
o coração não chegou ao {TEAM_LINK|5|Boavista}.
Os axadezados, que contaram com alguns milhares de
adeptos em {TEAM_LINK|3555|Arouca}, estão na
Segunda Liga, confirmando-o com uma derrota (1-4).
Um desfecho prevísivel, mas que certamente custa
mais às panteras, visto que os dois terços do
milagre aconteceu, este sábado, e o que faltou
foi da responsabilidade própria.
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| 21:06 - Vergou mas não caiu: Rui Borges chegou para corrigir João Pereira após a fuga de Ruben Amorim - SAPO.PT Foram 11 vitórias nas 11 primeiras jornadas,
igualando o recorde do clube. Um domínio
avassalador, com várias goleadas. 39 golos
marcados, apenas 5 sofridos. Para muitos, a
dúvida, até aí, era saber não se, mas quando o
Sporting se iria sagrar campeão.
Mas, depois dessa 11.ª jornada, tudo mudou. Ruben
Amorim deixou o leme dos leões para rumar ao
comando técnico do Manchester United, João
Pereira assumiu a equipa principal dos verdes e
brancos, mas depressa se percebeu que era,
efetivamente, um 'erro de casting' e foi preciso
encontrar nova solução. Uma solução que veio
de Guimarães: Rui Borges estava a dar cargas no
leme do Vitória SC e foi a aposta de Frederico
Varandas.
Quando Rui Borges pegou nos leões, à 16.ª
jornada, já os leões não estavam no topo (foi
um dos poucos momentos da temporada em que não
lideraram). Mas recuperaram a liderança logo na
estreia do novo técnico, com um triunfo no dérbi
com o Benfica, em Alvalade, que acabaria por ser
determinante para as contas do
campeonato.$$caption$$Mas nem tudo foram rosas
para Rui Borges. Se com João Pereira o Sporting,
para o campeonato, só ganhou um jogo, perdendo
dois e empatando outro, com Rui Borges os leões,
depois da vitória sobre o Benfica, o Sporting
não voltou a perder para a I Liga, mas foi
somando, amiúde, alguns empates que deixavam os
adeptos de pé atrás. Sobretudo porque alguns
deles aconteceram em jogos em que os leões
estavam na frente do marcador e deixaram fugir a
vantagem.
Aconteceu pela primeira vez logo a seguir ao
dérbi, com um empate 4-4 contra a antiga equipa
de Rui Borges, o Vitória SC, num jogo em que os
leões estiveram a ganhar por 3-1, mas precisaram
de um grande golo de Trincão no último minuto
para evitar a derrota. Ainda assim, o Sporting
terminou a primeira volta isolado no topo.
Seguiram-se três vitórias na I Liga (e o
apuramento, algo suado, para a fase a eliminar da
Liga dos Campeões) e a máquina parecia estar
novamente a engrenar (mesmo tendo os leões
perdido, nos penáltis, a final da Taça da Liga
para o Benfica). Só que a seguir os leões
somaram três empates consecutivos (e cinco jogos
sem ganhar, se somarmos as duas derrotas com o
Dortmund para a Champions).
O Sporting empatou com FC Porto (fora), Arouca (em
casa) e AVS (fora) e as dúvidas em relação à
equipa e a Rui Borges voltaram, sobretudo pela
forma como esses empates ocorreram. Os leões
deixaram-se empatar à beira do fim no Dragão,
evitaram no limite a derrota caseira com o Arouca
e deixaram também fugir uma vantagem de dois
golos na visita ao AVS, com expulsões em todos os
jogos a juntar à longa lista de ausências por
lesão.
A turma leonina deixava-se, assim, apanhar pelo
Benfica no topo. Quatro vitórias seguidas
serviram para serenar os ânimos, só que mais um
empate, com os verdes e brancos a voltarem a
deixar-se empatar depois de estarem em vantagem,
desta feita na receção ao SC Braga, voltou mesmo
a custar a liderança.
Uma liderança recuperada logo na jornada
seguinte, em igualdade pontual com o Benfica,
seguindo-se quatro triunfos consecutivos - uns
mais suados do que os outros, sobretudo aquele ao
Gil Vicente, antes do dérbi - permitindo aos
leões chegarem um pouco mais confortáveis do que
o rival ao embate com o Benfica na
Luz.$$caption-2$$E foi mesmo o que aconteceu:
graças a esse conforto que lhe permitia sair da
casa do rival a depender só de si em caso de
igualdade, o Sporting empatou 1-1 na Luz chegou à
jornada 34 com a ligeira vantagem que lhe permitiu
selar a conquista do título contra o Vitória de
Guimarães.
Para Rui Borges, o mérito de ter conseguido fazer
com que a equipa voltasse a acreditar nela, depois
do mês para esquecer sob as ordens de João
Pereira.
O técnico de Mirandela soube lidar com a onda de
lesões que assolou a equipa de forma a manter os
leões na luta (e quase sempre na frente) até ao
progressivo aliviar do boletim clínico, resistiu
às dúvidas que foram surgindo em relação à
sua capacidade para orientar um 'grande'
(sobretudo pela forma como deixou fugir algumas
vitórias) e teve ainda a lucidez de ir ajustando
o sistema táctico ao reencontro daquele que
tantos êxitos tinha trazido sob as ordens de
Amorim.
Parte importante do trabalho já vinha de trás,
é certo. Só que o Sporting cambaleou perante o
turbilhão de emoções da saída de Ruben Amorim
e Rui Borges, mesmo com um estilo diferente do
agora treinador do Manchester United, soube 'levar
a água ao seu moinho', evitar que o leão
tombasse mesmo de vez e guiou mesmo a turma de
Alvalade ao tão desejado bicampeonato.
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| 21:05 - O FC Arouca x Boavista foi assim... - ZEROZERO.PT O árbitro apita para o final da partida Acompanhe
aqui o FC Arouca x Boavista em direto e ao minuto,
com todas as estatísticas e as curiosidades mais
interessantes.
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|  | "Não me considero herói", afirmou o guarda-redes Kryrylo Tsypun após contribuir para a passagem da Ucrânia aos quartos-de-final; a anfitriã Bélgica saiu com "orgulho". | |  | A Fiorentina perdeu pela primeira vez em sete jornadas ao ser batida por 1-0 pelo Cagliari, num dia em que o Milan não foi além de um empate 1-1 em casa frente ao Torino. | |  | O Benfica empatou 1-1 no terreno do Gil Vicente num jogo em que Óscar Cardozo falhou uma grande penalidade nos descontos, enquanto o Porto perdeu fora com o Marítimo. | |  | Eder Lima marcou um excelente golo e valeu à Rússia um empate 4-4 e o primeiro lugar no Grupo B, mas ficou frustrado por a sua equipa ter sofrido quatro golos. Jorge Braz elogiou Portugal. |
|  | Portugal 4-4 Rússia Uma emocionante igualdade a quatro bolas viu os russos terminarem no primeiro lugar do Grupo B e Portugal no segundo. | |  | O Mónaco ficou a cinco pontos do líder Paris Saint-Germain na luta pelo título e precisou de um golo apontado perto do fim para sair do terreno do Lorient com um empate 2-2.
| |  | Charlie Adam marcou os dois golos com que o Stoke infligiu ao Manchester United a terceira derrota na Premier League, num dia em que o Sunderland venceu o Newcastle por 3-0. |
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